OS TESTEMUNHOS NÃO PODEM SERVIR DE COMPARAÇÃO ENTRE AS DIVERSAS FORMAS DA DOENÇA.
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As experiências que várias pessoas resolveram partilhar servem sobretudo para não nos sentirmos tão abandonados na doença.
Ao lermos sobre outros casos,
ainda que diferentes do nosso,
podemos encontrar algum conforto, mas principalmente,
é desejável que encontremos esperança e força para superar os momentos mais difíceis. |
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Teresa Brissos

Teresa Brissos tem 18 anos, e sofre de leucemia aguda. Pela sua idade e porque não respondeu ao primeiro ciclo de quimioterapia a Teresa é considerada uma doente de alto risco. A sua cura depende de um transplante de medula óssea.
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Patrícia Sousa
A Patrícia sofre de leucemia mas finalmente, encontrou o seu dador na Alemanha.
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Ajudar o Matias
O Matias tem 6 anos e mora no Porto. Está a fazer quimioterapia, estando a aguardar que apareça um dador compatível para que se realize o transplante de medula óssea, único tratamento que lhe pode dar a oportunidade de sobreviver! A esperança estava posta nos familiares mais próximos, mas infelizmente os resultados deram negativos, o que quer dizer que o Matias não tem nenhum dador compatível na família.
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E se eu te dissesse como salvar uma vida, fá-lo-ias?
Já imaginaste se, de entre os milhares de pessoas que morrem diariamente, tu pudesses salvar uma? E se um amigo teu pudesse salvar outra? E se cada um de nós salvasse alguém? Admito que é ousado e talvez até pretensioso pensar que é assim tão fácil, mas... é mesmo fácil! É só preciso saber como...

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Aos 6 anos foi-me diagnosticada leucemia
Aos 6 anos foi-me diagnosticada leucemia. Fiz radio e quimioterapia, até que os tratamentos terminaram, com sucesso, 2 anos mais tarde.
Perdi parte da minha infância, mas aprendi a fazer da dor a minha força e o meu refúgio. As probabilidades não estavam do meu lado.
Estive exposto a grandes níveis de radiação e a minha memória e capacidade de concentração foram dadas como comprometidas. Hoje, tenho 23 anos, formei-me aos 22 em Direito, pela FDL de Lisboa e sou, hoje, Advogado Estagiário.
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Hei-de morrer, mas não de leucemia
Entrevista feita por Fernanda Soares em "Prevenir" Fevereiro 2007
Uma série de coincidências, que segundo Otília Pires de Lima não aconteceram por acaso, fizeram com que descobrisse que tinha leucemia. “Foi muito repentino e de uma forma galopante, o processo talvez tenha demorado pouco mais de um mês. Eu andava a sentir-me muito mal, pior de dia para dia. Cada vez tinha menos força, mas como trabalhava muito, pensei que fosse cansaço. Até que tive uma ligeira perda sanguínea entre o período menstrual, e como tinha o DIU há muito tempo e já estava na altura de trocar, fui ao meu ginecologista. Mandou-me fazer uma ecografia, que detectou um quisto de 6 mm (a partir de 5 mm já tem indicação cirúrgica), e comecei logo fazer exames para a cirurgia.”
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Por isso nunca deixem de lutar pela vida
Aos meus dois anos de idade (1980) foi-me diagnosticada leucemia linfoblástica aguda - L1 FAB, fiz quimioterapia e radioterapia. Tive uma recaída aos nove anos, andei em tratamento. Pensou-se fazer transplante (minha irmã era e é compatível) mas não foi preciso fazer o transplante estava e estou curada.
A vida continuou...entrei para a faculdade, tirei o meu curso e sou muito feliz aos 28 anos.
Por isso nunca deixem de lutar pela vida, porque quando há vida há sempre esperança...
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ACREDITAR
Já lá vão uns anos.
Em meados de Março de 1999 comecei a sentir-me mal, sem nenhuma dor específica além da ausência assustadoramente crescente da força anímica e física. Qualquer movimento me exigia um esforço cada vez mais acrescido.
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Foi-me diagnosticada uma leucemia aos 14 meses
fiz tratamentos de quimioterapia e de radioterapia. Hoje já tenho 11 anos e encontro-me bem - nunca percam as esperanças! Tenham força e coragem! Por Deus tudo é possível!
Francisco Salgueiro - 11 anos
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Muita força para todos que estão no mesmo barco.
Em Outubro de 2003 foi diagnosticado uma leucemia mieloblastica aguda ao meu filho, que com apenas 5 anos fez os tratamentos mais agressivos que ja vi.
Mas não deram em nada e teve que ser submetido a transplante. Foi encontrado no banco de dadores um cordão umbilical de uma menina. O meu filho fez transplante em Agosto de 2004. Já fez 2 anos e meio e todos os dias dou Graças A Deus por o ver bem dentro dos possíveis.
Muita força para todos que estão no mesmo barco.
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Linfoma de Burkitt.
Tinha 16 anos quando me foi diagnosticado um Linfoma de Burkitt.
Fiz 8 sessões de quimioterapia ( em todas as sessões tinha de ficar internada para receber tratamento).
Neste momento tenho 27 anos e nunca mais tive nada. Acreditei em Deus e em toda a equipa que me acompanhou no serviço de Oncologia do Hospital Garcia de Orta. A eles o meu muito obrigado, pois foi graças a eles que voltei a sorrir e a ter uma vida normal. Obrigado!
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PARA TODOS AQUELES QUE SE ENCONTRAM DESOLADOS
Gostaria muito de estender a minha contribuição moral para todos aqueles que neste momento enfrentam esse fantasma horrível:
Há sempre esperança,
há sempre uma luz no fundo do túnel e que
vale a pena lutar contra a doença.
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AGORA SÓ QUERO VIVER UM DIA DE CADA VEZ...,
Estava em Dezembro de 2004, levantei-me já tardíssimo quando a minha filha notou um pequeno inchaço na zona do pescoço. Não fiquei assustada, achei que aquilo não era nada e que de resto iria passar.
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A IMPORTÂNCIA DE UM PENTE...
Tudo começou com um inchaço no pescoço. Parecia uma reacção alérgica ou então algo muscular. Nada de invulgar se tinha registado até à data e a deslocação descontraída ao Hospital de Tomar (estava de fim-de-semana fora…) marcou um regresso contraído a casa.
Mal imaginava que a minha vida ia dar uma “volta”…
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"LAMENTAMOS, FERNANDO, MAS INFELIZMENTE OS NOSSOS RECEIOS CONFIRMAM-SE.
Os resultados dos mielogramas e restantes análises confirmam que o Fernando tem uma tricoleucemia”.
Foi assim, de uma forma suave, num misto profissional e humano, reflectindo algum nervosismo, próprio de um ser humano que tem uma notícia desagradável a transmitir a outro, que no dia 13 de Novembro de 2001, pelas 11 horas da manhã, no serviço de infecto-contagiosos do Hospital de Santa Maria, numa pequena sala, três médicas me informavam da razão de ter estado, por dois períodos, internado naquela unidade, ter perdido sete quilos em dez dias, a razão das dores musculares e de articulações, de dois meses de febres e longos períodos de quase inconsciência, de falhas de raciocínio.
Naquela sala, um “eterno” silêncio invadiu a atmosfera, quase parecendo poder-se tocar, tão forte era.
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Já me foi dada alta definitiva
Agora já passaram dez anos, já me foi dado alta definitiva e para todos os efeitos venci esta batalha daquela que poderia ser uma grande guerra.
Não baixemos os braços, jamais.
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TENHO 19 ANOS e sofro de leucemia linfoblástica aguda LLA
Tudo começou com umas dores lombares no início do ano lectivo de 2004/2005. O meu primeiro ano de faculdade.
Depois começaram a aparecer outros sintomas como fraqueza, tonturas, muito cansaço, o que me levou a ir ao hospital, pensando que apenas duma gripe se tratava. Mas não foram estas as notícias que recebi... depois de ser feito um diagnóstico
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CONFRONTADA COM O DIAGNÓSTICO DE LEUCEMIA, O MUNDO DESABOU SOBRE NÓS
Para quem tinha sido sempre saudável e gostava de viver, para quem se considerava feliz, perspectiva de ter uma doença fatal é desoladora.
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E quase nem se lembra que tem uma doença....
No dia 14 de Fevereiro de 2005, dia dos namorados, eu e o meu marido com 30 anos, recebemos a noticia que ele tinha uma leucemia mielóide crónica (LMC).
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FIZ UM TRANSPLANTE HÁ 12 ANOS!
Consegui vencer a doença e tenho que agradecer ao meu irmão,
porque me deu a medula E A VIDA,
e a todo o pessoal da U.T.M que me trataram sempre com muito carinho.
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TENHO LEUCEMIA DESDE 1997
fiz tratamento durante 3 anos com interferon Alfa, e em 2000 submeti-me ao transplante de medula óssea.
Estava tudo bem até que em Novembro de 2004 a doença voltou.
Hoje faço tratamento com o Glivec, tomando uma dose de 600 mg/dia. Mas apesar de tudo estou bem fisicamente e psicologicamente.
Eu creio muito em Deus e sei que Ele tem um propósito em minha vida. Estou confiante de que tudo dará certo.
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A TODOS ELES DEVO A MINHA VIDA
Aos 24 anos de idade foi-me diagnosticado um LNH e hà quase 10 anos efectuei um autotransplante de medula óssea.
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