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Tratamento
 
A DIFERENÇA ENTRE TRATAMENTOS
O objectivo de qualquer tratamento é a cura.

Não sendo possível a cura, o tratamento está ainda indicado para parar a evolução da doença durante o maior tempo possível, permitindo ao doente continuar as suas rotinas atenuando os sintomas da doença.

 
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O QUE É A QUIMIOTERAPIA

Chamamos quimioterapia ao tratamento com medicamentos cuja função é actuar nas células dos tumores, visando destruí-las, impedindo o seu crescimento e aliviando os sintomas causados pelo desenvolvimento do tumor.

 
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TEMPO e REACÇÕES DESAGRADÁVEIS DA QUIMIOTERAPIA

A quimioterapia é planeada, entre outros aspectos, de acordo com o tipo de leucemia e a situação da doença. A partir destes dados são definidos os tipos de medicamentos e as quantidades a serem utilizadas. As administrações podem ser diárias, semanais, mensais, obedecendo aos intervalos programados pelo médico. Durante o período de tratamento é feito um acompanhamento das condições do organismo através de exames de sangue. A maneira de o organismo reagir às drogas utilizadas é um dos factores importantes na determinação do intervalo e da duração do tratamento. Nem sempre é necessário o internamento.

 

Este tipo de medicamentos tem a vantagem de se distribuir por todos os locais do corpo, atingindo, desta forma, todas as células que estão com problemas. No entanto, as células normais também são atingidas, podendo provocar alguns sintomas, que são chamados efeitos secundários.

 
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TRATAMENTO HORMONAL

Existem naturalmente no corpo humano hormonas que controlam o crescimento e a actividade das células normais. Alguns tumores crescem sob a influência hormonal.

O tratamento hormonal, também chamado terapia endócrina, bloqueia a actividade hormonal normal de um paciente ou reduz os seus níveis hormonais não deixando fornecer a substância que promove o crescimento do tumor.

Esta terapia pode ser usada em estados precoces ou avançados de alguns tipos de cancro. No caso de terapias adjuvantes, as drogas podem ser tomadas durante vários anos e administradas oralmente ou por injecções mensais.

 
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3 Abril 2006
NUTRIÇÃO E QUALIDADE DE VIDA

 

Défices nutricionais associam-se com frequência às doenças oncológicas, podendo agravar-se ou estabelecerem-se durante os tratamentos como cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia.

 
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31 Março 2006
O QUE É A NUTRIÇÃO CLÍNICA?

Hoje em dia, muitos doentes com patologias que condicionam perturbações da deglutição, digestão e/ou absorção de nutrientes, vêem os seus internamentos prolongados por incapacidade do Serviço Nacional de Saúde promover a sua nutrição no domicílio e, outros ainda, menos afortunados, suspendem abruptamente o suporte nutricional no momento da alta, ficando sujeitos ao agravamento e/ou instalação de uma malnutrição que irá sempre agravar a doença de base e, conduzir ao aumento da morbilidade infecciosa, responsável por sucessivos re-internamentos. Ambas as situações condicionam a qualidade de vida, o aumento dos custos e, eventualmente, o aumento da taxa de mortalidade. Especialistas aconselham que a administração de nutrição clínica seja feita, sempre que possível, no domicílio, onde este pode estar perto da sua família o que a nível de acompanhamento emocional ajuda na melhoria da sua situação.

 
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MEDICINA ALTERNATIVA E COMPLEMENTAR

Embora se use a expressão "Medicina Alternativa e Complementar", fala-se de temas diferentes: a Medicina Alternativa pretende substituir a Medicina Tradicional no combate de doenças, a Medicina Complementar pretende aliviar alguns efeitos secundários de tratamentos e contribuir para o bem-estar dos pacientes.

 
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ORIENTAÇÕES PRÁTICAS
De uma maneira geral não existem cuidados especiais fora dos hábitos de uma vida saudável: alimentação equilibrada, exercicio físico, trabalho regrado...  
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7 Fevereiro 2006
ENSAIOS CLÍNICOS

 

Os ensaios clínicos são estudos de investigação realizados em voluntários humanos para responder a questões científicas específicas. Especialmente na investigação de cancro, os ensaios clínicos empenham-se em responder a questões acerca das formas de prevenir, diagnosticar e desenvolver novas terapias de tratamento para diferentes tipos de cancro. Ao mesmo tempo, estes ensaios ajudam frequentemente os cientistas a obter conhecimentos valiosos acerca dos mecanismos biológicos da doença.

 

 
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